O que é e para que serve um projeto de pesquisa?

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Fonte

No post anterior, escrevi sobre a importância da pesquisa no cotidiano de vida de qualquer cidadão. Empresas realizam pesquisas sistematicamente para aperfeiçoar rotinas, processos e produtos com o objetivo de posicionarem-se de maneira favorável junto ao seu público e ao mercado em sua área de negócios; gestores públicos por sua vez, buscam eficiência e eficácia no atendimento das necessidades dos cidadãos unindo redução de custos e qualidade; escritores e roteiristas pesquisam por anos em alguns casos para compreender o assunto do filme ou série sobre o qual escreverão para que eu e você possamos asistir uma história com enredo verídico na TV ou cinema e, por fim, até mesmo eu e você fazemos pesquisa para buscar uma empresa adequada à nossa  formação e qualificação profissional para envio do currículos, não é?

Resumindo: o Projeto de sua pesquisa é um documento que explica para os leitores o que você pretende fazer na sua pesquisa e como você pretende fazê-lo.

Simples, não é?

Por se tratar de uma pesquisa acadêmica, provavelmente seus leitores serão os membros de sua banca de avaliação. E eles serão exigentes.

BREVE PAUSA para lembrar: o uso os verbos no texto do seu projeto de pesquisa e no seu TCC são muito diferentes:

  • O seu projeto de pesquisa descreve o que você ainda irá fazer e como você irá fazer a sua pesquisa. Nada mais natural do que utilizar os verbos no futuro.
  • O seu TCC – Trabalho de Conclusão de Curso é composto por um documento que descreve a pesquisa que você fez e como você fez ao longo do período previsto pela disciplina, pelo orientador por exemplo. Quando você entrega, a pesquisa está acabada. Significa que os verbos que você irá utilizar estarão todos no passado.

Além disso, o projeto de pesquisa pode conter elementos pré- e pós-textuais. Eles geralmente são:

 

Encontrei no youtube e vale muito assistir… em especial a dança do bumbum…

Entenda de uma vez por todas o MÉTODO CIENTÍFICO | Prof. Paulo Jubilut

 

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Pesquisar para quê?

Neste semestre estarei ministrando a disciplina Metodologia da Pesquisa Científica para o curso de Ciência da Computação/Sistemas de Informação da Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS.

Todos os dias esbarro com pessoas que consideram a pesquisa uma grande bobagem, coisa de cientista maluco. Quando eu era criança eu me divertia muito lendo os HQs do Professor Pardal. Sei que ele era retratado como um sujeito maluco que criava traquitanas desconjuntadas que resolviam problemas. Quem sabe isso tenha contribuído de alguma forma na imagem que ainda se tem dos pesquisadores qualquer que seja a sua área.

prof pardal

Juro que não entendo como algumas pessoas conseguem emitir uma opinião sem conhecer o assunto do qual estão falando. Sem pesquisa, para mim, qualquer fala tranforma-se em julgamento de ordem moral muito distante dos fatos e da verdade. E pesquisa é coisa séria.

E POR QUE PESQUISAR É IMPORTANTE? QUE DIFERENÇA FAZ NA MINHA VIDA?

  1. Pesquisar é fundamental para profissionais de qualquer área e não só para aqueles que estão na universidade. Empresas realizam pesquisas sistematicamente para aperfeiçoar rotinas, processos, produtos e posicionamento no mercado (gestão por indicadores) por exemplo. Nos hiperlinks que criei, vocês podem encontrar exemplos práticos em áreas de atuação profissional diferentes da sua.Na área do urbanismo, encontramos as Smart Cities. Nelas, gestores públicos enfrentam diariamente o grande desafio de prover serviços ao cidadão com qualidade, administrando os exíguos recursos financeiros de maneira eficaz e transparente integrando a participação popular como ferramenta para a compreensão e solução dos problemas urbanos. A gestão urbana das cidades inteligentes utiliza as TICs – Tecnologias da Informação e Comunicação como base que sustenta não apenas a eficiência dos processos, mas também a eficácia na solução dos problemas que afligem o cidadão nas áreas de mobilidade, infraestrutura, desburocratização de rotinas internas à administração pública e consequente aumento da produtividade entre outros. O ranking Connected Smart Cities, elaborado pela  Urban Systemse publicado com pelo portal EXAME.mostrou que a cidade de São Caetano do Sul está na 13ª colocação frente as 100 cidades avaliadas.ny
    Fonte:    Exame
    Recomendo aos alunos que assistam Em Movimento: Cidades inteligentes
  2. Variações de um mesmo tema/assunto: sair do lugar comum e das frases chavão ou clichê.  Ao escrever sobre um assunto ou tema, profissionais de qualquer área de atuação devem necessariamente ir além de suas experiências pessoais. Isso porque nem sempre as pessoas para quem você está escrevendo ou falando tem o interesse em ouvir você e sim, desejam saber mais sobre o assunto que você se propôs a falar. Para conhecer mais, é preciso pesquisar e escolher muito bem as fontes de sua pesquisa. Conhecimento-DiagramaPor exemplo, os roteiristas que escrevem qualquer novela ou série de TV, levam anos por vezes, para realizar a pesquisa que fundamenta sua história, Para tanto, contratam pesquisadores para conhecer mais sobre os hábitos, costumes, assuntos que envolvem os personagens, situações e notícias envolvendo questões sociais, políticas e pessoais contextualizadas, cenários, figurinos, músicas e tantos outras informações necessárias para poder construir uma situação verídica. Mesmo os atores fazem muita pesquisa para conseguir vestir e dar vida ao personagem. Não existe isso de “sair escrevendo por aí ou achando algo que saiu da sua cabeça” … A pesquisa muitas vezes aponta caminhos que não conhecíamos e nos leva a pensar em situações que o nosso conhecimento sozinho não nos levaria.
    Deixo aqui dois exemplos que me são muito queridos pois tem a assinatura de minha filha no roteiro e na atuação. A Teia (série da Rede Globo) e O Albatroz.albatroz
    fonte: Adoro Cinema
  3. Fato ou Fake? você já deve ter ouvido muito, mas MUITO mesmo sobre informações que lemos, ouvimos, assistimos que são construídas em situações não comprovadas, irreais e são utilizadas para confundir ou criminalizar alguém: são as Fake News O compartilhamento de informações em redes sociais tem ajudado muito a espalhar informações que não condizem com a realidade dos fatos.Como pesquisadores temos a obrigação de realizar pesquisas completas com fontes primárias inclusive. Checar, verificar a veracidade das informações e dos dados. Ouvir de alguém não basta. “Dar um google” ou “googlar no inglês”, também não. Qualquer um escreve qualquer coisa e posta, publica em meios de comunicação diversos. A disseminação de informações falsas é tão significativa que chegamos à era da pós-verdade Precisamos buscar fontes confiáveis ou construir pesquisas com métodos e instrumentos que venham a testar e a validar ou não nossas hipóteses.ff
    Fonte: ABI – Associação Brasileira de Imprensa
  4. Até para procurar emprego ou oportunidades de trabalho! quem não pesquisa a empresa para onde seu currículo será enviado? os departamentos ou setores para os quais você é mais qualificado?  “Atirar para todos os lados” não resolve. Uma boa pesquisa é sempre o melhor caminhos. Nela autoconhecimento e conhecimento do tipo de trabalho, vaga e empresa é sempre o melhor caminho.             emprego
    Fonte: IStock Getty Images 

O programa da disciplina será disponibilizado em aula nesta quarta-feira. No mesmo dia vou me apresentar, descrever o plano de aulas e com vocês organizar os temas dos trabalhos que serão apresentados ao final da disciplina. Aguardo por vocês e até lá.

Teaser: ACESSIBILIDADE DO AMBIENTE EDIFICADO – introduzindo questões normativas e legais

Teaser da Aula Aberta

Pessoas queridas: este um teaser do trabalho que estou desenvolvendo atualmente como profissional de ensino; Ainda não estou habituada às ferramentas  de EaD mas, graças à orientação firme e segura de Stephanie Degreas (roteirista e atriz), espero conseguir iniciar minha série de cursos online sobre os temas que mais gosto: diretrizes para projetos utilizando os conceitos de Desenho Universal e também diretrizes de projeto para o exercício da Arquitetura Paisagística.

Planejamento Urbano: Alcances e Limites

Aula ministrada para consulta

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

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Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

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Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

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Planejamento Urbano e Limites: aula preparada por Helena Degreas

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Publiquei também no Slidesahre: Planejamento urbano: alcances e limites

Sugestões de Leitura (nos próximos dias estrão publicadas)

 

 

 

 

Dimensionando Escadas

Imponente, a escada já estava lá.

Por cinco longos anos, o objeto helicoidal com 1.30m de diâmetro definiu quando eu poderia acessar o andar de cima da minha casa. Como eu odiava aquela coisa.

Preguiça de subir? não: desconforto e insegurança mesmo.

Embora tivesse o tamanho adequado para a sala (estética), dificultava o acesso ao andar superior: portanto, nada funcional. Era até bonitinha tadinha (ferro fundido, anos 80) mas não servia para minha família.

Decidimos então doá-la e construir uma escada funcional, confortável que nos desse menos “preguiça” e mais segurança ao subir/descer.

Exemplo de escada em caracol

POR ONDE COMEÇAMOS A PROJETAR?

Primeiro conhecendo os elementos que compõem uma escada:

  • Piso: é a superfície horizontal onde você pisa, ou ainda, o que chamamos de degrau.
  • Espelho: é a superfície vertical entre um piso/degrau e outro.
  • Patamar: é a superfície horizontal que serve para descanso do usuário. Encontra-se localizada numa altura intermediária que se pretende vencer.
  • Guarda-corpo: é o elemento vertical ao longo das escadas protege o usuário de uma queda eventual.
  • Corrimão: é um elemento de apoio para a mão e que serve para auxiliar o usuário a subir e descer. Pode localizar-se no guarda corpo ou na parede.

De forma genérica, as dimensões mínimas que vocês encontrarão na NBR9050 para projeto de escadas fixas em áreas de uso público são essas:

a) pisos (p): 0,28 m < p < 0,32 m;
b) espelhos (e) 0,16 m < e < 0,18 m;
c) 0,63 m < p + 2e < 0,65 m.

tipos de escada

Como calcular a escada?

  • FORMULA DE BLONDEL
    formula blondel

1. Se quiserem ver um exemplo prático de como se pode calcular uma escada para um pé-direito de 3.00m, vejam o link do Portal 44 Arquitetura.

Escada-Revestida-com-Madeira-Pisos-Paran_

2. Se tiverem interesse (e eu espero que tenham) vejam também as normas de segurança estabelecidas pela NBR 9077 para as Saídas de Emergência em Edifícios.
Nela vocês encontrarão os detalhes necessários não apenas para a execução do seu projeto bem como para a obtenção de licenças e alvarás municipais, estaduais e até federais.

Maiores explicações sobre o projeto de Saídas de Emergência em Edifícios vejam nos links que deixo aqui. São do Prof. Marcelo Sbarra:

Escadas de Incêndio: dimensionamento I

marcelo sbarra: NBR9077

Escadas de incêncio: dimensionamento II

Sbarra: terreo-planta2
Fonte

 

Escadas de Incêndio: casa de máquinas de elevadores

Ático Sbarra
Fonte

Escadas de Incêndio: reservatório superior

Marcelo Sbarra: corte-a-2

 

Por fim, deixo aqui algumas imagens de escadas na pasta do meu Pinterest. Tenho mais de 300 imagens de escadas para visualização:

As ruas de lazer na cidade de São Paulo: políticas públicas e apropriação

Resumo encaminhado ao Congresso PNUM 2018 que ocorreu na cidade do Porto, Portugal entre os dias 18 e 19 de agosto de 2018 com o tema: A Produção do Território: Formas, Processos, Desígnio
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Crianças brincam de corrida de Saco. Fonte: Acervo Estadão: foto divulgação 

A proposta das ruas de lazer na cidade de São Paulo tem sua origem na década de 1970, ainda durante o Regime Militar, como alternativa de espaços livres públicos objetivando o incentivo à prática de exercícios físicos pela população. O programa é retomado a partir de meados da década de 1990, já sob governos democráticos, voltado para atividades de recreação ativa e lazer. Entretanto, este não tem sido vinculado a outras políticas como cultura e saúde, estando sob responsabilidade de órgãos diversos como Engenharia de Tráfego ou Secretaria de Turismo. A solicitação para sua criação depende da ação de munícipes ou associação que os represente, não havendo maiores interações com outras agendas urbanas públicas específicas. A atual normatização, inclusive, com parceria de empresa privada, favorece o fechamento de ruas para a realização de eventos comerciais de entretenimento, embora tenha como objetivo nominal o fomento do uso do espaço público permitindo o acesso à arte, cultura, esporte e lazer. Excetuando o fechamento da Avenida Paulista aos domingos por ação da municipalidade, uma das principais da cidade com imenso afluxo de pessoas, podendo até ser caracterizada como um parque dada à natureza de sua livre apropriação e usos – o programa das ruas de lazer possui baixo impacto. A localização das vias que integram o programa nem sempre corresponde aos bairros onde existe maior carência de espaços livres públicos, como alternativa válida para ampliar as opções. O mesmo ocorreu com o programa de incentivo à criação dos parklets, inicialmente pensados como alternativas de espaços livres em áreas periféricas da cidade, densamente construídas, densamente habitadas. Sua implantação foi mais intensa em áreas de maior infra-estrutura, ligadas a estabelecimentos comerciais como atrativo aos clientes. As ruas que correspondem ao sistema básico de apropriação e realização da esfera de vida pública ainda são estruturas pensadas para a circulação de veículos. Vias compartilhadas ou projetos urbanos de readequação e melhoria de calçadas surgem primeiramente da ação individual de empreendedores, e não do poder público que não consegue se antecipar e acompanhar o ritmo das mudanças da sociedade frente a estes espaços. Políticas públicas implantadas em outras cidades como Nova York ou Londres onde o uso das ruas e suas transformações integram amplas ações voltadas para a saúde pública ou cultura como o caso da Exhibition Road, aqui chegam como projetos desconectados, de potencial subaproveitado, enquanto ações isoladas.

Palavras-chave: Ruas de lazer, apropriação, políticas públicas, agenda urbana, espaços livres

autores

Helena Degreas (LABQUAPA FAUUSP; Brasil) Ana Cecilia de Arruda Campos (Pontifícia Universidade Católica de Campinas LABQUAPA FAUUSP; Brasil)

Referências

CAMPOS, A.C.M.A. (Org.); QUEIROGA, E. F. (Org.) ; GALENDER, F. (Org.) ; DEGREAS, H. N. (Org.) ; AKAMINE, R. (Org.) ; MACEDO, S. S. (Org.) ; CUSTÓDIO, V. (Org.) . Quadro dos sistemas de espaços livres nas cidades brasileiras. 1. ed. São Paulo: FAUUSP, 2012. v. 1. 368p .

DEGREAS, H. N.; KANEKO, R. A. ; LEITE, G. R. . Mobilidade urbana: o caminhar pela cidade de São Paulo. INSITU, v. 1, p. 129-142, 2017.

SP Cultura no Metrô pretende “agitar” a vida do usuário de suas linhas: como assim???

 

Estava lendo a Coluna do Fraga sobre a inclusão de música ambiente no metrô de São Paulo e juro que não acreditei. Indignação e fúria foram os sentimentos presentes ao longo da leitura.

Partindo do princípio de que eu, usuária pagante do metrô, tenho uma vida prá lá de tranquila e pacata, a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo lança o Projeto SP Cultura no Metrô com o objetivo de “agitar o cotidiano da cidade mais populosa do Brasil”.

Inspirado nas invasões clandestinas de cantores-pedintes, dançarinos e músicos de qualidade questionável que infernizam nossas vidas nos ônibus, trens de metrô e ferrovias, o projeto prevê duas linhas de atuação até dezembro de 2018: Músicos de Rua e Arte Cultura nas Estações. Este último ampliou seu escopo e incluiu àquelas exposições culturais interessantíssimas, apresentações de teatro, música e dança. Futebol Cabeça e Momentos de Gratidão são algumas das atrações que você, leitor, pode conferir aqui no link da Programação Cultural do Metrô. Estas últimas ainda não vi, portanto não vou emitir minha opinião. Depois vocês me contam.

Até compreendo a necessidade de criar distrações em horários de pico para impedir que todos decidam ir para casa ao mesmo tempo impedindo a superlotação que é rotineira. Só quem usa as estações Sé, Anhangabaú, Paraíso e Consolação (entre outras), sabe o inferno que é ser levado por uma massa humana para dentro do vagão. Além da falta de espaço, temos o barulho provocado pelo volume de pessoas, dos trens e a reverberação em algumas estações: num espaço cuja acústica não está preparada para a incorporação de mais barulho do que aquele vivenciado diariamente pelo usuário, não dá, não pode. É desumano. É agitar demais a minha tão atormentada vida. Imagino que as estações das linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha do Metrô tenham espaços ociosos em horário de pico para poder incorporar toda essa atividade cultural.

Para quem quiser participar, fica aqui o link do Edital de Chamamento público 01/2018. Excelente oportunidade para aqueles que precisam de uma renda extra. Em tempos bicudos…

E mais: você não precisa ser músico profissional, tem pagamento de cachê simbólico e até duas gravações em estúdios de som das Fábricas de Cultura.

#dicadodia: perguntem aos usuários das linhas superlotadas o que pensam disso. Afinal, é dinheiro do contribuinte que sustenta a existência e funcionamento do metrô quer na forma de bilhete único, quer na forma de impostos diretos e indiretos.