Quem quer ser arquiteto paisagista?

Vídeo muito bacana que explica nossa profissão… Somos arquitetos, projetamos sonhos…
Divirtam-se!

Helena

 
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Centro Cultural Recoleta e Design Center

O atual Centro Cultural Recoleta abrigava em seus primórdios o convento dos monges recoletos. Construído em 1732 pelo arquiteto Andrea Bianchi o edifício passou por usos diversos (abrigo de mendigos, quartel, hospital, casa de repouso e outros) até que o arquiteto Juan Antonio Buschiazzo agregou ao projeto original novos pavilhões mantendo os claustros praticamente intactos. No final da década de 70, foi projetado o Centro Cultural pelos arquitetos Jacques Bedel, Luis Benedit e Clorindo Testa que mantiveram a estrutura original incluindo elementos ecléticos que misturam o estilo colonial com traços italianos e modernos. Atualmente, o centro dispõe de 27 salas de exposição, um espaço para cinema, auditório e anfiteatro onde exposições, recitais, concertos e eventos em geral acontecem juntamente com cursos, oficinas e pesquisas. A visita à loja de souvenirs vale à pena, pois muito da literatura produzida pelas universidades sobre arte contemporânea argentina pode ser encontrado por lá.

Ver também:

Arquitetura portenha: relação de edifícios “emblemáticos” e sua localização na cidade de BA

Texto muito bacana da Revista AU em que todo o processo de concepção e linguagens de projeto dos arquitetos acima citados é detalhadamente descrito. É uma tremenda AULA sobre arquitetura. Vale a leitura!

Paseo Recoleta

A Recoleta é um conjunto de praças, passeio e jardins que se espraia até Palermo. Suas figueiras imensas e frondosas associadas aos roseirais e gramados bem cuidados são um espetáculo à parte.

foto: Steph Degreas

O nome do bairro vem dos Padres Recoletos (ordem franciscana) que fundaram no século XVIII um convento, uma igreja dedicada a Nossa Senhora do Pilar e o cemitério em anexo. No final do século XIX, o bairro atraiu famílias abastadas que fugiam de epidemias como cólera e febre amarela. A partir daí, o local recebeu inúmeros palacetes e mansões rodeados de jardins que reproduziam as arquiteturas européias, em especial, a francesa, dando-lhe ares nobres e aristocráticos.

A partir de um belo passeio ladeado por roseirais de um lado e figueiras do outro, o visitante vislumbra a Basílica Nossa Senhora Del Pilar. Inaugurada em 1732 graças a Fernando Valdez e Inclán que cedeu as terras e Don Juan de Narbona que custeou a construção, sua fachada foi construída em moldes clássicos e em seu interior ainda mantém os retábulos e grande parte das imagens originais de sua construção. O interior da Igreja é branco e contém apenas uma nave com altares menores em nichos laterais. Sua torre maior e o campanário são os únicos da cidade. Do lado esquerdo, a capela abriga a imagem de São Pedro de Alcântara, fundador da ordem dos recoletos. Ao lado, você encontra um pequeno museu que expõe elementos de culto dos primeiros monges. Entre os séculos XIX e XX, várias modificações foram realizadas, mas por volta da década de 30 o arquiteto Andrés Millé reconstituiu sua arquitetura. Em 1942, foi declarada Monumento Histórico Nacional.

Trotes universitários: exemplos de cidadania

Esse post foi criado com o objetivo de mostrar alguns bons exemplos de cidadania promovidos por acadêmicos de cursos superiores quando do ingresso de alunos (futuros profissionais) em ambientes universitários.

Assim que eu tiver um tempo, vou organizar o material de forma mais adequada. Por enquanto, ficam os arquivos em PDF de alguns trotes que ajudei, juntamente com alunos diretórios Acadêmicos, Escritórios-Modelo e Empresa Júnios, todos em arquitetura e urbanismo, a organizar.

Parece tudo diversão (e eu considero que é mesmo), mas o trabalho é sério. Planejar, organizar, coordenar, ter objetivos claros, metas a alcançar, prazos a cumprir, escrever o projeto para envio a possíveis patrocinadores, obetr recursos, converncer a institutição de ensino superior de que o projeto é sério, definitivamente, não é tarefa fácil. Dá MUITO TRABALHO.

Premiação 1
Trote da Cidadania 2003
(ver página 21)
Projeto completo em PDF

Premiação 2
Trote da Cidadania 2004 (ver página 24)

Premiação 3
Trote da Cidadania 2002

Links interessantes para aqueles que desejam organizar um trote cidadão

http://www.educardpaschoal.org.br/
http://www.trotedacidadania.org.br/

Zorba: o grego

Inseri num post porque acho o filme muuuuiiiittttttoooo legal…

Será minha ascendência? rsrsrsrsrs

Do jeito que ando estressada ultimamente…

NÃO estranhem queridíssimos alunos se eu começar a dançar um “rassápiko” no meio da sala…

Em tempo: cobro para ensinar! hahahahaha!

Zorba, o grego

titulo original: (Zorba the Greek)

lançamento: 1964 (EUA)

direção: Michael Cacoyannis

atores: Anthony Quinn , Alan Bates , Irene Papas , Lila Kedrova , Eleni Anousaki

duração: 141 min

gênero: Drama

Sinopse

Basil é um escritor greco-britânico que cresceu na Inglaterra e agora passa por uma crise de criatividade e quer ir para Creta, a terra natal de seu pai. Enquanto espera para embarcar no navio que o levará à ilha, cuja saída está atrasada por causa do mau tempo, ele conhece o Zorba, um grego simples e entusiasmado, com vários apelidos, segundo ele próprio conta (um deles é “Epidemia”, pois espalharia o caos aonde passa). Zorba simpatiza com Basil e pede que ele o leve na viagem, como seu intérprete e talvez cozinheiro. Basil explica que pretende reabrir a mina de linhito de seu pai e quando Zorba conta que tinha experiência com mineração, Basil concorda com a sua companhia.

Ao chegarem ao vilarejo rural onde fica a mina, os dois instalam-se na pensão pomposamente chamada “Hotel Ritz”, de Madame Hortense, uma ex-cortesã francesa e agora uma solitária mulher. Enquanto Zorba e Hortense se tornam amantes, Basil fica conhecendo “a viúva da janela”, disputada por todos os homens do vilarejo mas que, contudo, os rejeita violentamente. Ao ver Basil ela se interessa por ele e Zorba percebe isso, mas o homem prefere ignorá-la e a toda e qualquer mulher e continuar com seu projeto de mineração.

Quando começam a trabalhar na mina, Zorba e Basil descobrem que as madeiras estão podres e tudo está prestes a desabar. Zorba percebe que precisam de madeira nova e avista o bosque no alto da montanha, que pertence a monges que vivem isolados. Zorba arranja forma de convencer os monges a autorizarem o derrube de árvores e tem a ideia de construir uma espécie de teleférico, que permitirá transportar os toros montanha abaixo, em alta velocidade. Basil concorda com o plano, que, se falhar, o deixará sem todas as suas economias e inviabilizará o seu futuro como empresário mineiro.

Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Zorba,_o_Grego#Sinopse Acesso em: 15.11.2010 às 18:35:22

Mais informações em:

Adoro Cinema!