Iaourtópita: ou ainda, bolo de iogurte da Profª Helena (em férias rsrsrs)

Estava com muita vontade de comer um bolo não muito doce para com geléia no café da manhã ou sorvete no lanche da tarde.

Meus filhos gostam bastante e seus amigos também.

Diz a lenda, lá na Grécia…

No ano novo, tenho por hábito há anos fazer este bolo (que não cresce muito) e colocar uma moeda (devidamente higienizada e embalada em várias!!! camadas de papel alumínio) para cortá-lo à meia-noite com toda a família. Desde que me conheço por gente, a divisão é feita da seguinte forma: Normalmente o mais velho da família presente no dia, inicia o corte.

Primeiro você faz um sinal da cruz (quem não quiser, no problem at all pois isso é coisa dos gregos que são muiiiito ortodoxos…) sobre o bolo. Depois, essa mesma pessoa deve dividir o bolo em pedaços iguais para todos os presentes em ordem decrescente de idade.

Ah! Já ia me esquecendo: a primeira fatia é para Deus (quem não quiser não dê bolo para Ele); a segunda fatia é para a família toda (essa é legal, vale cortar sim!) e daí em diante, uma fatia para cada membro presente.

É bacana porque vira uma brincadeira onde todos acham esperam tirar a sorte com a moedinha! E aí, todo mundo acha que quem cortou o bolo favoreceu seu queridinho e por aí vai… Eu também acho a mesma coisa, sabiam?…

Se a moedinha cair na fatia de Deus, reza a lenda que ele cuidará de todos. Se cair na fatia da família, TODOS saem lucrando! se cair na fatia de alguém, a prosperidade é dele. Na virada do ano, quem ganhou a moedinha fui EU! yessss!!!! raspando na minha filhinha. Divido com ela, com o maior prazer!

Vamos à receita.

Ingredientes

um tablete de manteiga sem sal
1 xícara e 1/2 de açúcar (eu prefiro menos, meus filhos mais)
1 pote (de iogurte grego – pode ser do Acrópole mesmo, isso se o velho Trassívoulos quiser vender para você ou da Dona Vitória que é muiiiito bom e parecido com o grego). Pode ser qualquer marca de supermercado mas, além de potes pequenos, o gosto e a textura não ficam iguais…
5 ovos
Raspas de um limão
Mais ou menos umas 3 xícaras de farinha de trigo.
1 colher de sopa de fermento

O problema:
como faço minhas receitas desde pequenininha, nunca medi nada. Ainda ssim, fiz um esforço hoje para entender o que coloco e em que porções…

Como fazer:

Aqueça o forno (uns 220ºc)

Bata a manteiga com o açúcar até ficar um creme bem branquinho. Eu faço com a mão mesmo, não uso batedeira, garfos, etc). Costumava levar broncas imensas das minhas avós toda vez que eu vinha com essas modernidades do tipo batedeiras, garfos, etc. De acordo com elas, donas de casa tem obrigação de sentir e conhecer o “ponto” das massas na mão mesmo… Sigo à regra. Morro de medo delas, de lá do lugar bacana de onde estão, mandarem um msn, torpedo ou twitter dando bronca… rsrsrsrs

Voltando…

Acrescente o iogurte e continue batendo. Depois acrescente os ovos um a um até a massa ficar homogênea. Lisinha…
Vá polvilhando a farinha (com o fermento já misturado e as raspas de limão) aos poucos e batendo sempre.
A massa fica mais “firme”, portanto, não estranhe.
Unte uma forma com manteiga e farinha. Coloque para assar por uns 35 minutos ou até o o bolo começar a ficar amarelinho em cima e soltar das laterais da forma.

Gosto de enfeitar com açúcar de confeiteiro. Costumo usar da marca União porque realmente fica melhor. Não é propaganda não, tá?

Desenforme depois de frio (porque senão quebra ou esfarela inteiro) e bom lanche! No meu caso, após o lanche, precisarei pelos valores nutricionais de 2 horas de esteira… Quero voltar a ter a idade dos meus aluninhos… rs

Ah! para meus amigos que A-DO-RAM ler em grego moderno, lá vai a receita do livro que ganhei da minha vó Eleni (as duas chamavam-se Helena… hahahah) de receitas gregas. Ela deu um igual para minha mãe quando se casou. E ela tinha um igual de quando ela era casada… para meu espanto é o mesmo sem nenhum adendo ou alteração. Dizia ela (conselho para as moçoilas casadoiras) que marido se prende pelo estômago… Aliás, ouvi o mesmo de várias senhoras…

#profa em férias…

Praças no Brasil: alguns conceitos preliminares

Introdução

Em nossa última aula, falamos de forma bastante rápida e abrangente sobre o processo de construção dos espaços livres públicos brasileiros. Em especial, sobre praças.

Esse post será elaborado a partir da livre interpretação de textos, discussões e artigos desenvolvidos desde 1994 pelos pesquisadores  liderados pelo Prof. Dr. Silvio Soares Macedo responsável pelo grupo QUAPA- Quadro do Paisagismo no Brasil. Nossas reuniões são realizadas no Laboratório Paisagem e Ambiente que está situado na FAUUSP – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (5511 30914687).

Em seu livro Praças Brasileiras, o professor Silvio afirma que juntamente com a rua, as praças constituem duas das tipologias de espaços livres urbanos mais importantes na história das cidades brasileiras pois desempenham um papel importantíssimo para o desenvolvimento das relações sociais da população e para a construção da esfera de vida pública.

praça em Palmas (To): Acervo QUAPA

flickr

Podemos afirmar que a praça é um espaço que permite inúmeros usos. Espaços de convergência de vários arruamentos e circulações de pedestres, sua forma deveria em princípio, ser constituída pelo conjunto de edificações que encontram-se ao seu redor. Dos antigos terreiros situados em frente às Igrejas aos contemporâneos logradouros repletos de equipamentos esportivos que lembram academias de ginástica a céu aberto, podemos constatar que esses espaços livres assumem inúmeras formas, desenhos, linguagens e equipamentos que permitem à população vivenciar o ócio, o flanar, o livre comerciar, a troca de idéias ou ainda a manifestação politica por meio de passeatas entre outros.

Sistema de Espaços Livres

A estrutura espacial da cidade é composta por duas categorias de sub-espaços: os espaços edificados e os espaços livres de edificação. 

Os espaços livres de edificação podem ser divididos em diferentes tipos, tais como: as ruas, os quintais, os pátios, as calçadas, os terrenos, os parques e as praças, além de outros tantos por onde as pessoas fluem no seu dia-a-dia. Resumindo: espaço livre não pode ser confundido com área verde, com jardins por exemplo.Em outro post, serão descritos mais de 50 tipologias espaciais identificadas ao longo dos últimos anos de pesquisa do grupo.

sem identificação: acervo QUAPASEL 2008

O espaço livre de edificação pode ser ‘verde’ (com vegetação), pode ser árido, pode ser alagado portanto azul, pode ser marrom ser for num rio, cinza se for o estacionamento externo a um shopping e assim por diante.

A praça é parte integrante de um conjunto de tipologias urbanas que compõem o Sistema de Espaços Livres brasileiros. Entendemos por espaços livres, todo aquele espaço que que não é edificado (definição de Miranda Magnoli) e portanto não é contido em uma edificação.

As ilustrações a seguir mostram a imensa quantidade de área livre contida no interior dos lotes urbanos e nas áreas externas à eles independentemente de sua localização mostrando um grande potencial de uso quer público, quer privado.

Barra da Tijuca: Rio de Janeiro (acervo QUAPA)

Pirituba: São Paulo (acervo QUAPA)

Alphaville: São Paulo (acervo: QUAPA)

máscara de espaços livres - Acervo QUAPA 2002

Nessa imagem, você poderá observar que a forma urbana é bastante diversificada em sua composição. Nela aparecem três cores: o marrom que deve ser lido como espaço edificado (prédios), o espaço amarelo + verde que são livres de edificação, sendo uma delas predominantemente vegetada. Se juntássemos toda a cor marrom que representa as edificações, certamente teríamos apenas 40% da área ocupada sendo o restante, espaço livre que encontra-se divido em duas outras categorias: espaço livre público e espaço livre privado.

Em tempo: esse post foi construído a 6 mãos: minhas, do Roberto Sakamoto e da Ana Cecília de Arruda Campos.

Fonte de referência: acervo QUAPA, QUAPASEL
Macedo, Silvio Soares. Robba, Fábio. Praças Brasileiras. São Paulo: EDUSP, 2002. (Coleção QUAPA – esgotado)
Para você aluno: vale à pena pesquisar nesses dois links pois eles contém mais de duas centenas de projetos de paisagismo distribuídos em todo o país.

http://winweb.redealuno.usp.br/quapa/
http://winweb.redealuno.usp.br/quapa/busca.asp            

O que é um portfólio? (turma DI4)

Introduzindo o tema…

Para a maioria dos profissionais, organizar um bom currículo é a grande preocupação quando se quer arranjar um novo emprego. Além disso, a pessoa só precisa se preparar para dinâmicas de grupo e entrevistas.

Você sabe a diferença entre um Curricum Vitae e um Portfólio?

O Currículo Vital (do latim trajetória de vida), também abreviado para CV ou apenas currículo (por vezes utiliza-se o termo curricula, como forma no plural do termo) é um documento de tipo histórico, que relata a trajetória educacional e/ou acadêmica e as experiências profissionais de uma pessoa, como forma de demonstrar suas habilidades e competências. De um modo geral o Curriculum Vitae tem como objetivo fornecer o perfil da pessoa para um empregador, podendo também ser usado como instrumento de apoio em situações acadêmicas.

O curriculum vitae é uma síntese de qualificações e aptidões, na qual o candidato a alguma vaga de emprego descreve as experiências profissionais, formação acadêmica, e dados pessoais para contato. Ainda é a forma que muitas empresas usam para preencher vagas de emprego.

CV Helena Napoleon Degreas

No entanto, se você optou pelas áreas de publicidade, arquitetura, fotografia e design ( interiores, gráfico, moda, etc.), por exemplo, montar um portfólio será essencial para conseguir um lugar no mercado de trabalho, quer como profissional liberal, quer como funcionário de uma empresa.

O  Portfólio é uma lista de trabalhos de um profissional ou de uma empresa.

Trata-se de uma coleção sistematizada dos trabalhos mais relevantes realizados por um profissional ou por uma empresa com o objetivo de mostrar as áreas, qualidades e abrangências do seu negócio.

Dependendo do tamanho da marca ou da empresa, algumas organizações e profissionais separam seus portfólios por deparatamentos, setores ou áreas de negócios. Em qualquer dos casos, é necessária uma página principal que apresente a organização como um todo.

O portfólio deve conter o conjunto de ações, produtos ou anda trabalhos de sucesso mostrando seus resultados. Para um artista, arquiteto, designer ou publicitário, o portfólio visa á conquista de novos trabalhos e clientes. Deve conter imagens,

Um artista, arquiteto, publicitário, designer ou modelo de moda pode apresenta peças, produtos, projetos produzidos ou ainda qualquer tipo de registro do conjunto principal da obra realizada ou em andamento.

O que é Desenho Universal?

Desde a década de 60, países como Japão, Suécia e EUA vem discutindo maneiras de reduzir as barreiras arquitetônicas enfrentadas por pessoas com deficiência. Hoje, quase meio século depois, as discussões concentram-se na concepção de produtos, meios de comunicação e ambientes que possam ser utilizados por todas as pessoas, qualquer que seja a idade, estatura ou capacidade, o maior tempo possível e sem a necessidade de adaptação ou auxílio.

O conceito livre de barreiras acabou evoluindo para o conceito de desenho universal, adotado inicialmente pelos EUA. Entende-se por universal em seu acesso todo o produto que torna possível a realização ou ainda prática das atividades e tarefas cotidianas de todo ser humano. Na verdade, o desenho universal busca a inclusão das pessoas nos diversos segmentos sociais que compõem as nossas vidas por meio da facilitação  de uso de produtos/meios/espaços consolidando assim, os pressupostos existentes na Declaração Universal dos Direitos Humanos que vimos em nossa primeira aula.

Os conceitos de Desenho Universal são mundialmente adotados para qualquer programa de acessibilidade plena.

São eles:

1. Uso Igualitário e equiparável – equiparação nas possibilidades de uso.
São espaços, objetos e produtos que podem ser utilizados por pessoas com diferentes capacidades ou ainda por qualquer grupo de utilizadores. Seu design é comercializável para pessoas com habilidades diferenciadas.

torneira com alavanca para pessoa com deficiência

2. Adaptável – Uso Flexível.
Design de produtos que atendem pessoas com diferentes habilidades e diversas preferências, sendo adaptáveis a qualquer uso.

3. Óbvio – Uso Simples e Intuitivo.
O design do objeto/produto/espaço é facilmente compreendido por qualquer usuário independente de sua experiência, conhecimento, habilidade de linguagem ou nível de concentração.

4. Conhecido – Informação de Fácil Percepção.
O design comunica facilmente as informações necessárias para seu rápido entendimento e uso independente de suas capacidades intelectuais, cognitivas, sensoriais ou condições ambientais.

5. Seguro – Tolerante ao Erro.
O design do produto/objeto/espaço minimiza o risco e as consequências advindas de ações acidentais ou não intencionais.

6. Sem esforço – Baixo Esforço Físico.
Para ser usado eficientemente, com conforto e o mínimo de esforço e cansaço.

elevador de escada (http://www.surimex.com.br/)

7. Abrangente – Dimensão e Espaço para Aproximação, Interação e Uso.
O design oferece dimensões e espaços apropriados para a interação, o acesso, alcance, manipulação e uso, independentemente do tamanho do corpo (obesos, baixa/alta estatura, etc.), da postura ou mobilidade do usuário (pessoas em cadeira de rodas, com carrinhos de bebê, etc).

VilaDignidade (www.techné.com.br)

O Desenho universal  assume-se, assim, como instrumento privilegiado para a concretização da acessibilidade e, por extensão,de promoção da inclusão social.

Ao projetar, lembre-se:
– portas devem ter um vão livre maior ou igual a 0.80cm (caso contrário, uma pessoa em cadeira de rodas, não passa)
– uso de pisos antiderrapantes em especial nas áreas molhadas como banheiros, lavanderias, cozinhas e áreas de serviço. Varandas, também.
– tomadas precisam ser colocadas em pontos mais altos.
– as maçanetas devem ser de alavanca e as fechaduras, se possível, devem ser instaladas acima delas, para facilitar a sua visualização.
– As torneiras recomendadas são monocomando ou misturadores com dois volantes com 1/4 de volta.
– evitar uso de degraus substituindo por rampas com declividades corretas e corrimãos.
– sanitários adequados (linha Deca, Celite para acessibilidade)
– bancadas, mesas, pias, armários, gaveteiros em alturas adequadas.
– boa iluminação incluindo degraus de escadas.
– corredores e circulações largos
– móveis e demais objetos com cantos arredondados.

Alguns vídeos:

Projeto da Brastemp & Whirpool para uma cozinha eficiente e acessível

Dicas para uma cozinha acessível:

MobillityRules.com – Accessible Living: A Creative Ramp

TC sobre Inclusão e Acessibilidade


música: lanterna dos Afogados do Paralamas  http://blip.fm/~kauf3

Recomendações para leitura:

Baixe o Livro Desenho Universal – Um conceito para todos de Mara Gabrilli
Sugestão de Leitura: Cambiaghi, Silvana. Desenho Universal: métodos e técnicas para arquitetos e urbanistas. São Paulo: Ed. SENAC São Paulo, 2007.
Links interessantes: http://desenhouniversal.com
Palestra sobre Acessibilidade em Projetos de Interiores 
Revista Techné e os 7 princípios

MALBA Museu de Arte Latinoamericano de Buenos Aires

MALBA 2010

MALBA 2010

Fomos passear hoje pela manhã próximo à região de Palermo. No caminho, uma agradável surpresa: o Museu de Arte Latinoamericano de Buenos Aires.  O lugar foi criado em 2001 com o objetivo de abrigar  a coleção de arte do filantropo Eduardo Constantini. É considerado um dos melhores museus particulares do país.

A arquitetura do edifício é um show à parte.

Exemplar da arquitetura contemporânea argentina, o MALBA – Museu de Arte Latino-americano de Buenos Aires foi aberto em 2001 com o objetivo de abrigar a coleção de arte do filantropo argentino Eduardo F. Constantini e localiza-se no bairro de Palermo na altura do número 3415 da Av. Figueroa Alcorta e próximo ao Shopping Center que leva o mesmo nome. Fruto de um concurso internacional de arquitetura, o museu foi projetado e executado pelo escritório argentino AFT & Partners  (Gastón Atelman, Martín Fourcade e Alfredo Tapia).

Para quem tiver um pouco mais de tempo, lembramos que o museu está implantado entre um belo jadim (Plaza República del Peru, inaugurada em 1972, foi inicialmente projetada por Roberto Burle Marx,  Haruyoshi Ono e José Tabacow e completamente desfigurada em 1995) e o Palácio ALcorta (antigo Edifício Chrysler, construído na década de 20  e que, após remodelação pelo escritório MSGSSS, hoje abriga residências de alto padrão e salões para eventos além do Museu Renault no seu térreo). Visita obrigatória, portanto.

Grandes prismas e formas trapezoidais em pedra associados aos panos de vidro destacam-se de forma elegante da paisagem e permitem por suas transparências, a integração do edifício à cidade criando um referencial cultural urbano. Um dos espaços mais bonitos do museu é, sem dúvida, o conjunto de paredes de vidro que permitem o ingresso da luz natural sobre as exposições e diversos recintos. Suas exibições temporárias e permanentes, além de eventos múltiplos distribuem-se a partir do hall de entrada para inúmeras salas, terraços abertos repletos de esculturas, auditórios e várias salas para oficinas acessíveis tanto por elevadores quanto por suaves rampas que levam para todas as partes do museu. Para quem gosta aprecia sombra de árvores, canto de pássaros, deck de madeira e a transparência de vidros que descortinam para lindos jardins, vale a visita ao bar remodelado pelo mesmo escritório de arquitetura.

Suas instalações abrigam, entre outras, obras de Tarsila do Amaral e Fernando Botero Frida Kahlo. Ele está situado na Avenida Figueroa Alcorta 3415 (www.malba.org.br).

Ficam aqui algumas das fotos de minha filha, Stephanie

MALBA 2010

MALBA 2010

MALBA 2010

MALBA 2010

MALBA 2010

MALBA 2010

MALBA 2010

MALBA 2010

Quadro do Paisagismo no Brasil: sistema de espaços livres

precisa explicar essa maravilha? (acervo QUAPASEL)

 foto flickr: http://migre.me/eJqc

Acabo de organizar o blog do QUAPA SEL, ou ainda para os neófitos, o Blog Quadro do Paisagismo no Brasil. Por se tratar de um trabalho elaborado por uma equipe de peso, liderada pelo Prof. Dr. Silvio Soares Macedo desde 1994, vinculada à FAUUSP e que conta com o apoio da FAPESP, decidi inser o texto de apresentação oficial do grupo.

Solicito aos leitores não pertencentes ao grupo de pesquisa que não estranhem a linguagem  que, apesar de corretíssima, muitas vezes não se adequa à nova mídia. Vamos nos empenhar para atender as demandas de todos os visitantes. Aceitamos críticas e sugestões. Abraços a todos!

” O Projeto Quapá-SEL tem como objeto os sistemas de espaços livres da cidade contemporânea brasileira e a constituição da esfera de vida pública e eles relacionada.

A pesquisa visa aprofundar as discussões – caras aos arquitetos paisagistas – sobre os espaços livres existentes nas cidades; verificar esses espaços como representantes de uma condição da vida cultural urbana; analisar como os poderes públicos urbanos atuam com relação a eles; construir, a partir da vinculação entre espaços livres e vida pública, um referencial interpretativo da contemporaneidade urbana brasileira.

Para tanto, intenta-se que a discussão atinja à escala nacional por intermédio da estruturação de uma rede de pesquisa, com coordenação nacional sediada em São Paulo, na FAUUSP. A participação de diversos laboratórios e grupos de pesquisa de instituições públicas e privadas de nível superior de todas as regiões do País visa à construção de um referencial teórico-conceitual e metodológico sobre o assunto, obtido pelo intercâmbio e somatória de conhecimentos oriundos da especificidade, métodos e sugestões de cada pesquisa que integra o Projeto.

Dessa forma, espera-se como resultado, a identificação de termos comparativos que, num alinhamento, permitam uma interpretação sobre a realidade nacional, pela ótica do arquiteto paisagista. ” (Relatório FAPESP 2009)

Oficinas:
Oficina Santa Maria (RS) http://migre.me/fCai
Oficina Recife http://migre.me/fwn6
Oficina Campinas
Oficina Belho Horizonte http://migre.me/fwfW
Oficina Curitiba http://migre.me/fw6k
Oficina Vitória
Oficina Belém http://migre.me/fHjE
Oficina Maceió http://migre.me/fHk0 
Oficina Sorocaba http://migre.me/fHjj 
Oficina Manaus http://migre.me/fHq7 
Oficina Maringá http://migre.me/fQhu
Oficina Campo Grande http://migre.me/fQhK
Oficina Brasília http://migre.me/g30R

Sapatinhos para dias de chuva em São Paulo

Prometi a mim que não colocaria mais esse tipo de coisa no meu blog.

Mas juro por Deus que não dá para cumprir.

Acabo de voltar do veterinário à pé pela Oscar Freire e com a chuva se avizinhando, pensei no que fazer para fugir da enxurrada que desce Paulista abaixo com qualquer sinal de chuva.

Foi então que chegou o twitt do meu primão Alê.

Modelitos para dias de chuva em São Paulo

Alê, obrigada querido “brimo”… sempre pensando em mim…