Oficina QUAPASEL São Paulo

 

Relatorio_SAO PAULO

 

PROJETO TEMÁTICO DE PESQUISA

OS SISTEMAS DE ESPAÇOS LIVRES

E A CONSTITUIÇÃO DA ESFERA PÚBLICA

CONTEMPORÂNEA NO BRASIL

 

Equipe QUAPÁ-SEL-SP

Dr. Silvio Soares Macedo (FAU-USP)

Dr. Eugênio Queiroga (FAU-USP)

Dr. Fábio Robba (pesquisador QUAPÁ-SEL)

Dra. Ana Cecília de A. Campos (Pesquisadora QUAPÁ-SEL)

Arq. Fany Galender (Pesquisadora QUAPÁ-SEL)

Dr. Fabio Mariz Gonçalves (FAU-USP)

Dra. Helena Degreas (Pesquisadora QUAPÁ-SEL)

Arq. Ms. Maria Helena Preto (Pesquisadora QUAPÁ-SEL)

Dr. Rogério Akamine (Pesquisador QUAPÁ-SEL)

 

Coordenação Local:

Dr. Silvio Soares Macedo (FAU-USP)

Dr. Eugênio Queiroga (FAU-USP)

Dr. Fábio Robba (pesquisador QUAPÁ-SEL)

Entretenimento: é possível pescar em túneis de São Paulo!

Funcionário da PMSP exibe peixe encontrado em túnel alagado em São Paulo

Parabéns povo de São Paulo! Como se pode ver na foto, já é possível pescar peixes graúdos em São Paulo sem sair da cidade. Basta esperar baixar a água das enchentes diárias para conseguir, sem muito sacrifício, sua próxima refeição.

Como disse o prefeito Kassab, a cidade está muito melhor hoje. É isso aí. Combinem com os amigos, peguem os filhos e vamos todos pescar.

Sapatinhos para dias de chuva em São Paulo

Prometi a mim que não colocaria mais esse tipo de coisa no meu blog.

Mas juro por Deus que não dá para cumprir.

Acabo de voltar do veterinário à pé pela Oscar Freire e com a chuva se avizinhando, pensei no que fazer para fugir da enxurrada que desce Paulista abaixo com qualquer sinal de chuva.

Foi então que chegou o twitt do meu primão Alê.

Modelitos para dias de chuva em São Paulo

Alê, obrigada querido “brimo”… sempre pensando em mim…

Distribuição da população deficiente em São Paulo (por área de ponderação)

Esse post apresenta quatro trabalhos de pesquisa em iniciação científica elaborados pelo então aluno do curso de aqruitetura e urbanismo Rodrigo Costa. O primeiro deles trata da deficiência Visual e foi orientado pelo Prof. Dr. Manoel Lemes. Apesar de aparentemente antigo, o material sempre me foi muito caro, pois mostrava a forma como a distribuição das deficiência se dá por áreas bem menores do que aquelas que estamos acostumados a ver (distritos por exemplo). O Prof. Manoel sempre repetia aos seus alunos à exaustão: o território FALA! O problema é que eu escutava também… brincadeiras à parte, o território fala sim. Conhecê-lo então é obrigação de urbanista.

Como desenvolver planejamento se os gestores tratam o território por igual? Desde quando, levantamentos por distritos não escondem realidades díspares próximas umas das outras?

O trabalho do Rodrigo, orientado eplo Prof. Manoel, mostra por exemplo que  a distribuição dos DVs em São Paulo concentra-se nas regiões periféricas. Ela é portanto desigual. Se cruzarmos dados referentes à idade, distribuição de equipamentos públicos em saúde, dados sobre violência, poderemos chegar a conclusões alarmantes (muitas das deficiências são adquiridas e poderiam ser evitadas) mas que podem servir como diretrizes para políticas públicas mais próximas da realidade em que vive o cidadão.

Intitulado Progeto BDGESP – Banco de dados Georreferenciados de São Paulo,  a pesquisa apresenta a distribuição da população Deficiente Visual no município de São Paulo a partir dos dados do IBGE 2000 por área de ponderação.

Os outros três trabalhos – deficiência auditiva, deficiência mental e deficiência motora foram excepcionalmente orientados por mim utilizando o mesmo critério de desagregação de dados.

O IBGE Define Área de Ponderação como sendo a menor unidade geográfica para divulgação dos resultados da amostra do Censo Demográfico 2000, formada por um agrupamento de setores censitários.

Deficiência Visual
BDGESP: Deficiência Visual

Superfície geoestatística das pessoas incapazes, com grande e com alguma dificuldade para enxergar

Deficiência Motora
Deficiência Motora

superfície geoestatística das pessoas com paralisita total permanente

Deficiência Mental
Deficiência Mental

superfície geoestatística de pessoas com deficiência mental

Deficiência Auditiva
Deficiência Auditiva

distribuição dos deficientes auditivos

Introdução ao Projeto de Urbanismo: trabalhos acadêmicos

QUAPA SEL cidades brasileiras: acervo particular

QUAPA-SEL cidades acervo particular

QUAPA-SEL cidades acervo particular

OBJETIVOS DA DISCIPLINA

  • Introduzir elementos teóricos e conceituais do projeto urbano.
  • Desenvolver técnicas de observação, desenho e representação gráfica do espaço físico urbano.
  • Iniciar práticas de percepção mais atenta às configurações da cidade por meio das diversas formas de representação: do desenho ao modelo tridimensional, da observação direta à da cartografia e do uso de todos estes elementos para o processo projetual.
  • Estudar as relações visuais entre elementos que compõem o espaço urbano por meio de expressões gráficas e plásticas.
    Desenvolver as primeiras propostas projetuais, com ênfase na percepção e compreensão geral do espaço.

Relação dos trabalhos apresentados durante os seminários de entrega em 23 e 24.11.2009

Rafael Rambaldi, Victor Furriel , Éder Ferreira, André Spadari, Leonardo Lopes

Denise Marcicano, Kamyla Freitas, Luiz Augusto Gaibina , Marília Zocca , Vital Gaspar

Barbara Ramos, Thássia Teixeira, Fernando Varella

Núria da Cruz Louzada, Herbert Valkinir, Lincoln da Cruz , Luigi Rinaldi

Ricardo Cipolla de Andrade, Moisés Gaulês de Freitas, Ana Paula Oribe Petri

Elisabeth de São Pedro, Jéssica Inácio da Silva, Susan

Bruna, Kelly, Natália, Natalie, Rosangela

Laisla Quemel Alves, Maria Alice Silva, Giuliana, Natasha

Ana Verônica N. Cruz, Anahy Maia, Luiz Henrique, Marcelo Marinho

Caio, Felipe, Marjory, Nádia, Anderson

Pelos Passeios de São Paulo

Pelos passeios de São Paulo: iniciação científica FIAMFAAM

Pelos passeios de São Paulo: região da Luz, São Paulo, capital

 Estação da Luz: acessibilidade das calçadas

Achei oportuno publicar o trabalho de iniciação científica das alunas Jakeline Silva e Roseli Castro do Centro Universitário FIAMFAAM.
Pelos passeios de São Paulo (título bastante sugestivo) descreve a realidade de milhões de pessoas que precisam andar pelos logradouros públicos das cidades brasileiras, avaliando as condições de mobilidade e acesso de um dos principais pólos culturais de São Paulo: a região da Luz. Localizada em área central, o local vem passando por processo de revitalização com o intuito de acolher uma população interessada em contemplar pontos de interesse arquitetônico, histórico e cultural da cidade. O trabalho conclui que a simples identificação de situações que inviabilizam ou dificultam a circulação de pessoas com necessidades especiais (barreiras arquitetônicas) não é suficiente para viabilizar um passeio agradável pelo local com propósito cultural. Daí surgiu a idéias de se avaliar não apenas as condições de acessibilidade, como também a viabilidade de se realizar um “Roteiro Cultural” de um dia nas mesmas condições, tempo e qualidade de circulação dos demais cidadãos.
Os resultados do trabalho foram positivos e esclarecedores, pois avançam na questão da inclusão: a lei já impõe normas que viabilizam a acessibilidade. Está na hora de discutirmos a qualidade dos espaços criados.
Parabéns meninas! Foi bom orientá-las!